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quinta-feira, 22 de abril de 2021

Carlos Ruiz Zafón - O Cemitério dos Livros Esquecidos - 2 - O Jogo do Anjo

 



Carlos Ruiz Zafón - O Cemitério dos Livros Esquecidos - 2 - O Jogo do Anjo 

 
 

Nessa releitura de 2008, somos apresentados a David Martin um jovem escritor em busca de oportunidade que acaba tendo-a nas páginas de um jornal, logo depois publica seu primeiro livro - Os Mistérios de Barcelona. 

 
 

Sua vida tem um impacto sobrenatural quando tem um encontro intenso com Choé, a vampira que é personagem de seu livro, quando acorda do encontro, encontra um cartão que o apresenta ao misterioso Andreas Corelli. 

 
 

As reminiscências de pequeno leitor nos levam a fúria de seu pai, veterano de guerra, que não gostava de livros e também a livraria de Sempere, onde ele gastava seus trocados juntados com paciência pela oportunidade de ler, aonde ganhou Grandes Esperanças de Charles Dickens. 

 
 

Acaba escrevendo folhetins com o pseudônimo Ignatius B. Samson, o que acaba sustentando-o enquanto não escreve um grande livro. 

 
 

Em paralelo, seu benfeitor Pedro Vidal sonha em escrever um grande romance e Cristina, a filha do motorista, acaba sendo a secretaria encarregada da datilografia de tal romance, depois de anos de rascunhos indo e vindo, Pedro dá sinais de depressão e Cristina resolve mostrar a situação a David Martin que assume o refazimento do romance desde o início com quase nada aproveitável das páginas escritas por Pedro Vidal. 

 
 

Andreas Corelli reaparece com uma grande proposta, será que David Martin finalmente tomará um novo rumo em sua carreira e vida?  

 
 

Foi assim que também surgiu o livro Os Passos do Céu que culmina com o seguinte destaque:   
 

 
 

"Foi então que o enigmático guardião parou e deixou a lamparina pousar no que parecia ser um parapeito suspenso diante de uma grande abóbada. Levantei os olhos e fiquei pasmo. Um colossal labirinto de pontes, passagens e estantes repletas de centenas de milhares de livros se erguia, formando uma gigantesca biblioteca de perspectivas impossíveis. Um emaranhado de túneis atravessava a imensa estrutura, que parecia subir em espiral até uma grande cúpula de vidro, da qual se filtravam cortinas de luz e trevas. Pude ver alguns vultos isolados que percorriam passarelas e escadarias ou examinavam detidamente os corredores daquela catedral feita de livros e palavras. Não podia crer em meus próprios olhos e fitei Isaac Monfort, atônito. Sorria como uma velha raposa que saboreia seu truque predileto. — Bem vindo ao Cemitério dos Livros Esquecidos, Ignatius B. Samson." 
 

 
 

É aqui que mergulhamos no Cemitério mais uma vez. 

 
 

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