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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Harold Bloom - Gênio - Os 100 Autores Mais Criativos da História da Literatura


Harold Bloom - Gênio - Os 100 Autores Mais Criativos da História da Literatura

Livro publicado em 2001 e um dos mais procurados para meu acervo foram anos de busca incessante e preços abusivos até encontrá-lo este ano em edição nova da época e preço acessível.

Nele Harold Bloom reúne 100 escritores mundiais que ele entende que poderiam ser classificados com os 100 maiores gênios da literatura mundial.

Confesso que cada seleção é uma seleção e que está me propiciou aumentar minha dimensão de conhecimento e também da falta de conhecimento sobre muitos escritores apontados como gênios.

Um passeio magistral é o que este livro nos propicia na reunião dos gênios abaixo:

William Shakespeare, Miguel de Cervantes, Miguel de Montaigne, John Milton, Leon Tolstói, Tito Lucrécio Caro, Virgílio, Santo Agostinho, Dante Alighieri, Geoffrey Chaucer, O Javista, Sócrates e Platão, São Paulo, Maomé, Samuel Johnson, James Boswell, Johann Wolfgang Von Goethe, Sigmund Freud, Thomas Mann, Friedrich Nietzsche, Soren Kierkegaard, Franz Kafka, Marcel Proust, Samuel Beckett, Moliére, Henry Ibsen, Anton Tchekhov, Oscar Wilde, Luigi Pirandello, John Donne, Alexander Pope, Jonathan Swift, Jane Austen, Lady Murasaki, Nathaniel Hawthorne, Herman Melville, Charlotte Bronte, Emily Jane Bronte, Virginia Woolf, Ralph Waldo Emerson, Emily Dickinson, Robert Frost, Wallace Stevens, T.S.Eliot, William Wordsworth, Percy Bysshe Shelley, John Keats, Giacomo Leopardi, Lorde Alfred Tennyson, Algernon Charles Swinburne, Dante Gabriel Rossetti, Christina Rossetti, Walter Pater, Hugo von Hofmansthal, Victor Hugo, Gérard de Nerval, Charles Baudelaire, Arthur Rimbaun, Paul Valéry, Homero, Luis Vaz de Camões, James Joyce, Alejo Carpentier, Octavio Paz, Stendhal, Mark Twain, William Faulkner, Ernest Hemingway, Flannery O'Connor, Walt Whitman, Fernando Pessoa, Hart Crane, Federico Garcia Lorca, Luis Cernuda, George Eliot, Willa Cather, Edith Wharton, F.Scott Fitzgerald, Iris Murdoch, Gustave Flaubert, José Maria Eça de Queiróz, Joaquim Maria Machado de Assis, Jorge Luis Borges, Ítalo Calvino, William Blake, D.H.Lawrence, Tennessee Williams, Rainer Maria Rilke, Eugenio Montale, Honoré de Balzac, Lewis Carroll, Henry James, Robert Browning, William Butler Yeats,  Charles Dickens, Fiódor Dostoievski, Isaac Babel, Paul Celan, Ralph Ellison.


domingo, 15 de outubro de 2017

Harold Bloom - Anjos Caídos

Harold Bloom - Anjos Caídos

Encontramos um ensaio curto menos de cem páginas sobre a influência e participação dos anjos na literatura mundial.

Principalmente, os livros surgidos na década de 90 que acabaram formando o conceito de Angeologia.

A partir deste mote, Bloom desvela seus conhecimentos sobre os anjos na Bíblia e nos livros canônicos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Harold Bloom - Como E Por Que Ler

Harold Bloom - Como E Por Que Ler

Entre as centenas de livros que disponho em meu acervo físico e digital tenho esse, que também faz parte de meu interesse literário.

Acabei mergulhando na leitura dos ensaios de forma gradativa, à medida que lia outros tantos livros que li ao longo desta leitura intercalada.

Um livro desta grandeza nos trás diversas referências, entre as quais me chamou a atenção as dicas em relação a Ítalo Calvino - Cidades Invisíveis, que não tenho em acervo.

A fora isso pude vislumbrar uma análise detalhada da arte da escrita, quer seja na leitura de poesias, peças de Shakespeare ou romances, onde pude apurar mais a minha visão sobre a arte literária.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Harold Bloom - Onde Encontrar a Sabedoria?

Harold Bloom - Onde Encontrar a Sabedoria?

Ainda neste ano comecei a leitura deste livro e apesar de estar gostando, acabei o deixando de lado em função de inúmeras outras leituras, eis que chegou o momento de retomar e finalizar a leitura.

A pergunta inicial do título já nos coloca em desvantagens ao iniciar a leitura, o que é sabedoria é a pergunta que deveria nos nortear e acaba nos levando a um paradoxo.

Devo ou não procurar sabedoria? A resposta é sim e esta leitura se faz deveras importante neste contexto.

Nela encontramos Platão, Homero, Cervantes, Shakespeare, Montaigne, Bacon, Samuel Johnson, Goethe, Emerson, Nietzche, Freud, Proust, Santo Agostinho e também da Bíblia - Jó, Eclesiastes, Tomé.

As análises, às vezes acadêmicas, nos colocam diante do pensar e do fazer pensar.

Às vezes, me sinto perdido diante da imensidão de conhecimentos, que alguns poucos, a exemplo Harold Broom tem.

Por mais que eu me dediquei jamais chegarei a tal sapiência.