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Mostrando postagens com marcador José de Alencar. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 7 de abril de 2023

José de Alencar - 1870 - A Pata da Gazela

 


José de Alencar - 1870 - A Pata da Gazela

 

Nele encontramos Laura e Amélia, duas jovens passeando pelas lojas do Rio de Janeiro, fazendo compras e acabam observadas por Horácio de Almeida.

 

A quem nosso autor traça o perfil de um ocioso, que se dedica a arte do amor, contemplando seus dias a conquistar toda e qualquer mulher que lhe chame a atenção, até ser acometido pela cobiça do desejo oculto pelos pés, pelas patas das gazelas.

 

Horácio é conhecido de Leopoldo de Castro, que acaba se interessado por Laura, enquanto ele se apaixona por Amélia, o problema surge quando ele vislumbra o pé de Amélia sob o vestido e seu mundo desaba, pois, se depara com uma aparente deformidade.

 

O passar do tempo, o que classifica com monstruosidade acaba tornando-se objeto de desejo e de cobiça.

 

Assim Alencar vai entrelaçando as cortes dos jovens as moças até o desfecho inusitado.

 

sábado, 11 de março de 2023

José de Alencar - 1873 - A Alma de Lázaro

 


José de Alencar - 1873 - A Alma de Lázaro

 

Na primeira parte encontramos a história de um velho pescador com seus oitenta anos que nos conta que quando criança conheceu um homem chamado Lázaro, que sofria de lepra e era segregado ao esquecimento em uma casa abandonada, pois, a vila tinha medo de tocar em qualquer coisa tocada por ele devido a provável transmissão da doença.

 

O jovem pescador fornecia peixes ao cliente e acompanhava ele escrevendo sem parar alguns manuscritos que incumbiu o jovem pescador de enterrar em uma cova rasa, tão logo sua morte chegasse.

 

Isso despertou o interesse do narrador que obteve o livro e o diário deste Lázaro.

 

Na segunda parte, encontramos o Diário de Lázaro em que narra as vicissitudes de sua doença, da segregação paulatina que foi recebendo até seus momentos finais diante da doença incurável.

 

quarta-feira, 8 de março de 2023

José de Alencar - 1857 - A Viuvinha

 


José de Alencar - 1857 - A Viuvinha

 

Nele encontramos o personagem Jorge, um jovem bem de vida, que herdou o patrimônio do pai e dedicou-se ao cultivo do Ócio, aproveitando a oportunidade que a vida lhe deu, sem se preocupar com as finanças que um dia acabariam e em não honrar os compromissos financeiros do pai.

 

Acaba conhecendo a jovem menina Carolina, que vive com a mãe Dona Maria e se apaixona perdidamente.

 

Eis que o dia não esperado chega após três anos de gastos e ele acaba pobre, deixando um rastro de dívidas em nome de seu pai.

 

Ele casa com Carolina, não consumando o matrimônio e dando a entender a ela e a sociedade que teria se matado no dia seguinte.

 

Acaba desaparecendo por cinco anos enquanto busca obter recursos, passando por situações de estrema pobreza juntando cada centavo, deixando de comer para poder ir resgatando as dívidas contraídas para limpar o nome do pai.

 

Enquanto a viuvinha se mantém casta, apaixonada e religiosamente fiel ao marido morto, algo absurdamente irreal para os dias de hoje.

 

Alencar vai desenvolvendo seu enredo e nos prende até o final.

 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

José de Alencar - 1856 - Cinco Minutos

 


José de Alencar - 1856 - Cinco Minutos

 

Enquanto nosso narrador e personagem conta sua história a prima, ficamos presos aquele encontro inusitado por um pouco mais do que cinco minutos.

 

Vamos navegando na busca de um amor condenado a não ter futuro devido as circunstâncias em que foi concebido e o autor nos prende de tal maneira que não conseguimos largar a missiva, só conseguimos alterar a leitura, pois, o medo de chegar ao fim é maior do que a vontade de chegar.

 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

José de Alencar - 1873 - Como e Por Que Sou Romancista

 


José de Alencar - 1873 - Como e Por Que Sou Romancista

 

Neste breve relato, José de Alencar nos descreve os primórdios de seu contato com o saber e a literatura nos dando uma introdução sobre sua vida literária.

 

Em um ensaio direto ficamos sabendo que não teve todo o reconhecimento devido por sua obra em vida.

 

Mas, mesmo assim tornou-se um dos grandes de nossa literatura.

 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

José de Alencar - Iracema


José de Alencar - Iracema
De vez em quando, me lembro dos clássicos da literatura brasileira, estava eu e Paloma na Feira do Livro do ano que passou, quando nos deparamos com a possibilidade de ganhar um exemplar deste livro.
Mesmo tendo a maioria dos livros de José de Alencar no acervo, deixei a Paloma pegar este exemplar para estimulá-la na leitura.
Como ela acabou deixando de lado um pouco, eu acabei separando para relembrar os livros deste autor que eu me recordo de lido alguns exemplares em viagens de trem, quando eu era office boy, direto do túnel do tempo.
O livro da virgem dos lábios de mel, confesso que a leitura foi difícil, pois, esta edição mantém a grafia e as expressões originais indígenas utilizados por seu autor na concepção deste romance formador da literatura brasileira.