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sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Philip Roth - O Seio

 


Philip Roth - O Seio

 

Acabei lendo em e-book este livro que foi publicado pela Artenova no início dos anos 70 e tornou-se raro e caríssimo na Estante Virtual.

 

Nele encontramos uma história fortemente inspirada em Franz Kafka - A Metamorfose e em O Nariz de Gogol, entre outros vislumbres literários.

 

Nele nosso narrador David Alan Kepesh, 38 anos, que tem um relacionamento em desconstrução com Claire de 25 anos, em 18 de fevereiro de 1971,  transforma-se em um seio e acaba internado em um hospital aos cuidados do Dr. Klinger.

 

David era um estudante de literatura em busca de um PhD, que se tornou professor de literatura e que ao final vai divagando tanto que acha que está ficando louco em um sonho interminável, que cruza a realidade com os conteúdos de suas aulas de literatura, inclusive Kafka e Gogol.

 

A história jorra em uma velocidade indescritível, que cruzou meu caminho em menos de algumas horas e se desmaterializou rapidamente para sabermos o desfecho.

 

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Philip Roth - Por Que Escrever?

 


Philip Roth - Por Que Escrever?

 

Mesmo tendo me interessado há muito tempo pela obra dele, não li quase nada e pude desprender por essa leitura que terei que mergulhar o quanto antes nela.

 

Nesta reunião de ensaios encontramos:

 

I. De lendo o que eu e outros escreveram

 

1) Eu sempre quis vocês admirassem meu jejum ou contemplando Kafka, 2) Escrevendo ficção nos Estados Unidos, 3) Novos estereótipos de judeus, 4) Escrevendo sobre judeus, 5) Sobre O complexo de Portnoy, 6) Em Resposta Aos Que Me Perguntaram, Afinal de Contas, Como Você Conseguiu Escrever Esse Livro, 7) Imaginando Judeus, 8) A Literatura e o Poder, 9) Depois de oito livros, 10) Entrevista a Le Nouvel Observateur, 11) Entrevista Ao Sunday Time de Londres, 12) Entrevista a The Paris Review, 13) Entrevista Sobre Zuckermsn, 14)

 

II. Entre Nós - Um Escritor e Seus Colegas Falam de Trabalho

 

1) Primo Levi, 2) Aharon Appelfeld, 3) Ivan Klima, 4) Isaac Bashevis Singer, 5) Milan Kundera, 6) Edna O'Brien, 7) Uma Troca de Cartas Com Mary McCarthy, 8) Retratos de Malamud, 9) Retratos de Guston, 10) Relendo Saul Below, 11)

 

III. Explicações

 

1) Suco ou Molho? 2) Patrimônio, 3) Iidiche/inglês, 4) Apaixonei-me Pelos Nomes Americanos, 5) Minha Ucronia, 6) Eric Duncan, 7) Errada, 8) A Tirania é mais bem organizada que a Liberdade, 9) Educação Tcheca, 10) A Primazia do Lúdico, 11) Entrevista Sobre O Escritor Fantasma, 12) Entrevista a Svenska Dagblated, 13) Quarenta e Cinco Anos Depois, 14) A Impiedosa Intimidade da Ficção .

 

IV. Cronologia

 

domingo, 7 de maio de 2017

Philip Roth - Os Fatos - A Autobiografia De Um Romancista

Philip Roth - Os Fatos - A Autobiografia De Um Romancista

Escrito quando Philip Roth tinha 55 anos, esta autobiografia precoce nos coloca diante dos dilemas de um escritor, já senhor de seu tempo, devido ao amplo reconhecimento mundial.

Quem diria que o que o fez escrever esta precoce autobiografia foi um colapso nervoso que depois dele ainda nos brindariam muitas outras obras que compõem um grande passeio na literatura mundial.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Philip Roth - Entre Nós

Philip Roth - Entre Nós

Dando sequência a meus estudos literários, fui atrás à Estante Virtual e trouxe este livro para meu acervo.

Nele me deparei com as relações de Philip Roth com seus contemporâneos Primo Levi, Aharon Appelfeld, Ivan Klima, Isaac B.Singer, Bruno Schulz, Milan Kundera, Edna O'Brien, Mary McCarthy, Malamud, Guston e Saul Below.

Excetuando Milan Kundera que já tirou meu sono no começo de meus mergulhos literários, os demais não conhecia em detalhes, somente de nome Primo Levi e Saul Below, os demais me propiciaram novos conhecimentos.

De toda a forma, foi um passeio amplo pelo fazer literário.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Philip Roth - Indignação

Philip Roth - Indignação

A história do adolescente Marcus de 17 anos, judeu de nascimento, lembrando seus tempos de adolescência de inicio de estudos em uma universidade nos EUA e de descoberta do mundo.

A história me prendeu de inicio e quando quase chegava a página cinquenta surge uma informação relevante que fez eu parar a leitura para tomar fôlego e continuar, estava definitivamente preso a ela.

A interação do personagem principal com Olívia a menina que havia tentando se matar é de uma grandiosidade imensa.

Na sequência, nos deparamos com os bastidores da Guerra da Coréia e as idas e vidas nos levam a refletir como os governos e governantes são impassíveis em situações de conflitos e levam milhares ou milhões de jovens a morte pelo simples prazer de brigar.

Esse sentimento não está diretamente no livro, mas norteia os medos de nosso personagem principal em não conquistar a Universidade e ter que ir a Guerra, que de fato ocorreu ao final.

Em uma teia muito bem armada, nos vimos diante de um Philip Roth com total domínio sobre a arte de escrever um belo livro.