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domingo, 6 de janeiro de 2013

W.Somerset Maugham - Férias de Natal

W.Somerset Maugham - Férias de Natal

Mal comecei a ler e Somerset já conseguiu me pretender a história de Charley Mason.

A riqueza de detalhes e a facilidade com que ele vai descrevendo as situações nos colocam dentro da história que nos sentimos participantes daquele tempo e daquela vida.

Quando o foco muda para a história de Lídia, também nos sentimos absortos.

A maestria com que ele vai narrando as vicissitudes de seus personagens vai nos conduzindo ao cerne das relações humanas e nos propicia ficar em paz de espírito com tudo que vimos e veremos pela frente.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

W.Somerset Maugham - Um Gosto e Seis Vinténs

W.Somerset Maugham - Um Gosto e Seis Vinténs

Um dos primeiros livros a compor meu acervo, bem no principio de minha biblioteca, me foi dado por meu pai em conjunto com cerca de vinte outros que formaram a minha primeira: micro estante.

Quando Somerset começa a contar por que resolveu contar os fatos obscuros da carreira e da vida pessoal do pintor Strickland nos vimos presos a história tentando entender aonde ele irá chegar com isso.

A cada página lida mais e mais vamos nos embrenhando na história e não conseguimos mais parecer de ler.

A descrição detalhada da vida miserável sob determinada ótica de um gênio, vamos nos corroendo a cada página, sem na vontade de descobrir aonde tudo isso vai nos levar.

Depois de percorrer todo o livro, descobrimos até onde vai o sentido da arte.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

W.Somerset Maugham - Confissões

W.Somerset Maugham - Confissões

Quando comecei a formar a minha biblioteca, um dos primeiros livros lá chegados foi O Fio da Navalha, me lembro de ter o lido naquela oportunidade há mais de vinte anos.

Depois descobri que tinha outro deste autor chamado Um Gosto e Seis Vinténs, que ainda não o li.

Agora lendo Confissões me deparei com um escritor pleno em sua habilidade de escrever, é inegável que dominou totalmente sua arte apesar de divagar ao longo do livro que não teria conseguido.

Suas confissões são memórias de seu tempo e de sua arte.

Sua arte ficou para o tempo e seu nome foi gravado na alta literatura mundial.

Este livro propicia também aos iniciados na arte de escrever um belo manual para boa escrita, disponível em tradução inspirada de Mário Quintana, outro grande mestre da boa escrita.