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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Carlos Ruiz Zafón - A Cidade A Vapor

 


Carlos Ruiz Zafón - A Cidade A Vapor

 

Livro inédito no Brasil quando de sua leitura.

 

Foi publicado após a morte precoce do autor em Portugal, nos traz 11 contos são eles:

 

1- Blanca e o Adeus (Das memórias nunca acontecidas de um tal David Martín), 2- Sem Nome (A Fábrica de Livros, que triste), 3- Uma Rapariga de Barcelona, 4- Rosa de Fogo (Dos fragmentos perdidos de O Prisioneiro do Céu), 5- O Príncipe do Parnaso (que traz Antoni de Sempere, a quem todos chamavam o fazedor de livros), 6- Lenda de Natal, 7- Alicia Ao Alvorecer, 8- Homens de Cinzento, 9- A Mulher de Vapor, 10- Gaudí em Manhattan e 11- Apocalipse em Dois Minutos.

 

Todos os contos me fizeram sentir uma grande nostalgia pela falta que ele nos traz.

 

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Carlos Ruiz Zafón - O Cemitério dos Livros Esquecidos - 4 - O Labirinto dos Espíritos

 

 


Carlos Ruiz Zafón - O Cemitério dos Livros Esquecidos - 4 - O Labirinto dos Espíritos

 

No quarto e último livro da Saga do Cemitério dos Livros Esquecidos somos jogados em um sonho estranho de Daniel, agora adulto e pai de Julian com Bea.

 

Na sequência, a história de Fumero em busca de Fermin é o pano de fundo.

 

Surge também a história de Alicia Gris, que segundo o Google books é "uma alma nascida das sombras da guerra, que lhe tirou os pais e lhe deu em troca uma vida de dor crônica. Investigadora talentosa, é a ela que a polícia recorre quando o ilustre ministro Mauricio Valls desaparece; um mistério que os meios oficiais falharam em solucionar. Em Barcelona, Daniel Sempere não consegue escapar dos enigmas envolvendo a morte de sua mãe, Isabella. O desejo de vingança se torna uma sombra que o espreita dia e noite, enquanto mergulha em investigações inúteis sobre seu maior suspeito — o agora desaparecido ministro Valls. Os fios dessa trama aos poucos unem os destinos de Daniel e Alicia, conduzindo-os de volta ao passado, às celas frias da prisão de Montjuic, onde um escritor atormentado escreveu sobre sua vida e seus fantasmas; aos últimos dias de vida de Isabella, com seus arrependimentos e confissões; e a intrigas ainda mais perigosas, envolvendo figuras capazes de tudo para manter antigos esqueletos enterrados."

 

Confesso que este último volume teve seus momentos altos e quase larguei a leitura devido aos diversos focos narrativos, de toda a forma é importante finalizar a grande história de O Cemitério dos Livros Esquecidos com a leitura deste volume e registrar a homenagem ao escritor que partiu muito cedo.

 

 

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Carlos Ruiz Zafón - O Cemitério dos Livros Esquecidos - 3 - O Prisioneiro do Céu

 

Carlos Ruiz Zafón - O Cemitério dos Livros Esquecidos - 3 - O Prisioneiro do Céu  

 
 

Nele reencontramos Daniel Sempere que está cuidado da livraria do pai, quando é surpreendido pela visita de um misterioso visitante, que compra o mais raro exemplar de O Conde de Monte Cristo e pede que seja entregue a nada mais, nada menos do que ao falecido Fermin Romero Torres, o homem que voltou dos mortos e sabe o futuro. 

 
 

O problema é que Fermin está vivo e é um pseudônimo de Julian Carax. 

 
 

Acabei mergulhado em uma leitura vertiginosa e impossível de largar. 

quinta-feira, 22 de abril de 2021

Carlos Ruiz Zafón - O Cemitério dos Livros Esquecidos - 2 - O Jogo do Anjo

 



Carlos Ruiz Zafón - O Cemitério dos Livros Esquecidos - 2 - O Jogo do Anjo 

 
 

Nessa releitura de 2008, somos apresentados a David Martin um jovem escritor em busca de oportunidade que acaba tendo-a nas páginas de um jornal, logo depois publica seu primeiro livro - Os Mistérios de Barcelona. 

 
 

Sua vida tem um impacto sobrenatural quando tem um encontro intenso com Choé, a vampira que é personagem de seu livro, quando acorda do encontro, encontra um cartão que o apresenta ao misterioso Andreas Corelli. 

 
 

As reminiscências de pequeno leitor nos levam a fúria de seu pai, veterano de guerra, que não gostava de livros e também a livraria de Sempere, onde ele gastava seus trocados juntados com paciência pela oportunidade de ler, aonde ganhou Grandes Esperanças de Charles Dickens. 

 
 

Acaba escrevendo folhetins com o pseudônimo Ignatius B. Samson, o que acaba sustentando-o enquanto não escreve um grande livro. 

 
 

Em paralelo, seu benfeitor Pedro Vidal sonha em escrever um grande romance e Cristina, a filha do motorista, acaba sendo a secretaria encarregada da datilografia de tal romance, depois de anos de rascunhos indo e vindo, Pedro dá sinais de depressão e Cristina resolve mostrar a situação a David Martin que assume o refazimento do romance desde o início com quase nada aproveitável das páginas escritas por Pedro Vidal. 

 
 

Andreas Corelli reaparece com uma grande proposta, será que David Martin finalmente tomará um novo rumo em sua carreira e vida?  

 
 

Foi assim que também surgiu o livro Os Passos do Céu que culmina com o seguinte destaque:   
 

 
 

"Foi então que o enigmático guardião parou e deixou a lamparina pousar no que parecia ser um parapeito suspenso diante de uma grande abóbada. Levantei os olhos e fiquei pasmo. Um colossal labirinto de pontes, passagens e estantes repletas de centenas de milhares de livros se erguia, formando uma gigantesca biblioteca de perspectivas impossíveis. Um emaranhado de túneis atravessava a imensa estrutura, que parecia subir em espiral até uma grande cúpula de vidro, da qual se filtravam cortinas de luz e trevas. Pude ver alguns vultos isolados que percorriam passarelas e escadarias ou examinavam detidamente os corredores daquela catedral feita de livros e palavras. Não podia crer em meus próprios olhos e fitei Isaac Monfort, atônito. Sorria como uma velha raposa que saboreia seu truque predileto. — Bem vindo ao Cemitério dos Livros Esquecidos, Ignatius B. Samson." 
 

 
 

É aqui que mergulhamos no Cemitério mais uma vez.